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Colocação de Brincos

Para as mamães que desejam um cuidado especial na hora de colocar o primeiro brinquinhos em suas princesas, a Personal Mamãe Bebê oferece esse serviço, realizado utilizando a técnica da Medicina Tradicional Chinesa.

Faz-se a avaliação do lóbulo auricular através da auriculoterapia, e o brinco é colocado com precisão para não atingir pontos de circulação energética do bebê.

Nossa profissionalMichelle Hannesch é a Acupunturista e Terapeuta Naturalista Michelle Hannesch.

Formada pela  Escola Nacional de Acupuntura, com cursos de Acupuntura Gestacional, Acupuntura Funcional e Acupuntura Pediátrica sem Agulhas.

Todo procedimento é realizado no conforto do seu lar.

Agende seu horário: (61) 98184-0069/98304-8181

 

O trabalho realizado em conjunto com a Enfermeira Obstetra Márcia Madeira segue normas rigorosas da Anvisa e órgãos internacionais de saúde, para que sua filha não corra risco de inflamação, infecção ou laceração do lóbulo auricular.

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Nosso produto

A Studex®, maior fabricante do mundo de brincos e instrumentos de furação também é líder mundial na concepção e criação de brincos anti-alérgicos. Por mais de quatro décadas a Studex® tem obtido um grande êxito na fabricação deste tipo de brincos para as pessoas com orelhas sensíveis. Os brincos são feitos do melhor aço inoxidável cirúrgico dos EUA, em Los Angeles, Califórnia.
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Novo serviço Personal Mamãe Bebê: colocação de brincos

O Personal Mamãe Bebê oferece um serviço exclusivo: a colocação de brincos em bebês.

É o único em Brasília realizado por acupunturista. Fazemos uma avaliação do lóbulo auricular e o brinco é colocado com precisão para não atingir pontos de circulação energética do bebê.

Nossa profissionMichelle Hanneschal é a acupunturista Michelle Ben Hannesch.

Ela tem formação na  Escola Nacional de Acupuntura, com cursos de Acupuntura Estética, Esportiva, Primeiros Socorros e Acupuntura Pediátrica sem Agulhas.

Agende seu horário: (61) 8184-0069.

 

Nosso produto

A Studex®, maior fabricante do mundo de brincos e instrumentos de furação também é líder mundial na concepção e criação de brincos anti-alérgicos. Por mais de quatro décadas a Studex® tem obtido um grande êxito na fabricação deste tipo de brincos para as pessoas com orelhas sensíveis. Os brincos são feitos do melhor aço inoxidável cirúrgico dos EUA, em Los Angeles, Califórnia.
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Empresa brasileira cria embalagem para armazenar leite materno

O projeto, que faz parte do programa nacional Design Export, foi desenvolvido pela empresa paulista Embaquim.

Não é difícil encontrar uma mãe que passou pela experiência de armazenar leite materno quando precisou voltar a trabalhar ou se ausentar no horário das mamadas dos filhos. Para superar essa etapa sem prejudicar o bebê, as mães precisam seguir todo um ritual especial, garantindo que o leite seja guardado em um recipiente de vidro esterilizado e refrigerado para manter todas as propriedades fundamentais para o desenvolvimento do bebê.

Percebendo uma oportunidade de mercado, a empresa Embaquim Indústria e Comércio, de São Bernardo do Campo, que atua no segmento de embalagens, se cadastrou no Programa Design Export, uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e do Centro Brasil Design (CBD), que tem por objetivo apoiar empresas brasileiras a desenvolverem produtos inovadores com design diferenciado voltados à exportação. Dessa maneira, em parceria com o escritório de design Grupo Criativo, desenvolveu a embalagem Mãma, uma solução pioneira para manter o leite materno seguro.

“Com a embalagem Mãma, eliminamos a necessidade de esterilizar os potes de vidro com tampas plásticas em casa, além de permitir a correta identificação do volume de leite coletado”, explica Renata Canteiro, diretora da Embaquim Indústria e Comércio. Aos profissionais do Grupo Criativo, ficou a missão de criar um produto diferente, que conquistasse as mães. Foi nesse momento que foram realizadas pesquisas em lojas especializadas e entrevistas com mães sobre hábitos de uso e maneiras de armazenamento. “Depois do protótipo pronto, fizemos um trabalho em grupo com mais mulheres para a validação do produto, marca e embalagem. O projeto foi muito bem aceito e recebemos muitas sugestões válidas”, conta o designer do Grupo Criativo, Rodrigo Leme.

A embalagem impermeável, livre de bisfenol A (exigência deste mercado) com aditivo de hidro-repelente (para que todo o conteúdo seja melhor aproveitado), possui grande capacidade de armazenamento, além de apresentar um bocal de fácil manuseio e resistente à queda e pressão, que evita o desperdício e com informações de uso completas. O produto representa um novo mercado para a Embaquim, que sempre atuou em um segmento business to business e, com o lançamento da Mãma, passou a trabalhar com uma opção de produto que atende diretamente o consumidor final.

De acordo com Rodrigo Leme, o produto deverá conquistar as mães com facilidade. “A marca e embalagem amigáveis seduzem o consumidor. Acreditamos que o projeto oferece mais autonomia. O produto, por ser um sachê horizontal, se auto-sustenta e não se rompe no transporte”, comenta. Além dessas características, a solução também utiliza filme que permite o congelamento e aquecimento diretamente no microondas. Para Renata Canteiro, o programa Design Export contribui diretamente para o sucesso da ideia. “O Programa foi muito enriquecedor para entender as etapas de um processo de design e certamente aplicaremos para novos desenvolvimentos e melhorias nas embalagens”, completa a empresária.

Sobre o Design Export

Ao longo dos dois últimos anos, o Design Export levou a inovação para 60 cidades de sete diferentes estados brasileiros, auxiliando no desenvolvimento de 100 soluções inovadoras voltados à exportação, entre eles produtos, embalagens, marcas, pontos de vendas e serviços. Realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Centro Brasil Design (CBD), a iniciativa é um programa inédito que apoia empresas brasileiras no desenvolvimento de produtos inovadores e com design diferenciado voltados ao mercado internacional.

Com o objetivo de levar para a indústria nacional uma metodologia simples, didática e objetiva para que as empresas insiram a inovação como parte do processo de desenvolvimento de novos produtos, o programa estimula o uso do design. Sendo assim, o Design Export funciona como uma ponte entre os empresários e os designers, valorizando o design como ferramenta para a inovação. Os participantes recebem apoio para identificar os profissionais mais adequados às suas necessidades e têm acesso a recursos financeiros para a contratação do serviço de desenvolvimento do produto inovador. Mais informações no site www.designexport.org.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Normas para berços e kits de berços

Recomendações dos órgãos que normatizam sobre segurança infantil, incluindo Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Inmetro, ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e também a Academia Americana de Pediatria (AAP) indicam o tipo de segurança que precisa existir em berços e kits de berços. As mães precisam estar cientes dessas recomendações e o porquê delas existirem para tomar suas próprias decisões e garantirem a segurança de seus bebês. As diretrizes são para a segurança do sono de crianças de até 1 ano de idade.

Nosso papel é tão somente informar e recomendar ou não a utilização de acessórios que, embora lindos, possam interferir na segurança dos pequenos.

É importante ressaltar que as sociedades de pediatria americana e brasileira, são contra o uso de kits de berço pelo risco que ele representa às crianças.

“Quanto menos coisa se coloca, mais seguro e saudável ele se torna”, afirma Alessandra Françóia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura, que indica que o ideal é manter o berço livre.

MOTIVOS

1O principal motivo é o risco de sufocamento, já que a criança pode se mover dentro do berço, chegar muito próxima do acessório e sufocar-se, caso ele cubra total ou parcialmente seu rosto. É o mesmo motivo que cobertores, edredons, mantas, travesseiros, pelúcias e brinquedos também são contra indicados dentro de berços.

2Outro motivo é que a criança pode fazer o kit de “trampolim” para escalar e pular do berço, o que aumenta o risco de queda, que pode ser fatal.

 

3O terceiro motivo é que os kits e pelúcias são ótimos causadores de alergias e problemas respiratórios, já que tendem a juntar pó e ácaros.

 

Os pais acabam colocando os protetores por medo de que a criança prenda o braço ou os pés entre as grades, mas o ideal é que a distância entre as hastes da grade não permita isso. Importante lembrar que os lençóis do berço devem ser do tamanho exato, sem folgas e grandes sobras.

Os especialistas afirmam que os pais devem encarar o berço do bebê como um dispositivo de segurança e não como uma peça de mobília que precisa combinar com a decoração.

BERÇOS

No Brasil, a certificação de berços deve obedecer às normas técnicas da ABNT (NBR 15860) e do Inmetro (NBR 15860-1 e 15860-2).

As principais recomendações de segurança são:

– colocar o bebê para dormir de barriga para cima.
– assegurar-se que a cabeça do bebê esteja descoberta o tempo todo.
– não deixar nenhum objeto solto no berço (travesseiro, almofada, protetores, brinquedos de pelúcia, etc.). Eles podem causar risco de sufocação, asfixia e estrangulamento.

De acordo com o Inmetro:

– a segurança do berço começa pelas bordas e partes salientes, que devem ser arredondadas e isentas de quaisquer rebarbas e arestas. Além disso, os rótulos e decalques colados ao berço não podem estar situados nas superfícies internas das laterais e extremidades do berço, pois a criança pode retirá-los e colocá-los na boca.

– A madeira deve ser forte, estável e estar isenta de apodrecimento e ataque de insetos. As partes de metal, incluindo molas e parafusos, também devem ser resistentes e protegidas contra corrosão.

– Todos devem estar marcados com informações sobre razão social, nome ou marca registrada do fabricante, distribuidora ou varejista, e meios adicionais de identificação. O manual de instruções também é imprescindível.

– A pintura do berço não deve ser feita com tinta tóxica, ou seja, não pode conter chumbo.

– O berço não pode ter relevos muito altos: O bebê pode se bater e se machucar.

– As grades, que costumam poder ser reguladas em diferentes níveis de altura, precisam ter travas – e os pais não devem deixar as grandes completamente abaixadas em nenhuma hipótese.

– É ideal que o estrado debaixo do colchão seja uma única placa de madeira.

– Os pais devem lembrar que a posição mais baixa do estrado é a mais segura: caso o berço tenha regulagem de altura, assim que o bebê completa seis meses, é importante manter o estrado na posição mais baixa, com as grades sempre elevadas.

– As grades laterais devem ter, entre elas, um espaço entre elas de no máximo seis centímetros. Já a altura ideal das grades é de 60 centímetros.

– Protetores acolchoados de grades devem estar bem presos ao berço. A criança não pode conseguir passar braços ou pernas pelo espaço entre as grades, nem escalar o berço com a ajuda dos protetores.

– A posição mais baixa que a grade lateral deve ter em relação à superfície superior do estrado é de aproximadamente 23 centímetros.

– O colchão deve ser plano e sem possibilidade de deformações, e deve se ajustar ao berço perfeitamente. Não pode haver fresta alguma entre o berço e o colchão.

– O ideal é comprar todos os produtos que compõem o berço no mesmo lugar.

– A roupa de cama utilizada também deve estar bem firme, se prendendo ao colchão firmemente pelas laterais e pés.

– Os berços que tiverem rodinhas devem ter travas, impreterivelmente.

– Ainda, é importante que os berços não sejam colocados perto de janelas ou cortinas e os pais nunca deixem as grades abaixadas, mesmo com o bebê bem pequenininho.

– A criança não pode ser capaz de levantar a base do colchão ou do berço de dentro do próprio berço.

– Não pode haver nenhum móbile perto o suficiente para a criança conseguir se pendurar e subir – e, assim, cair do berço.

Nem todo equipamento destinado às crianças, desde o nascimento, oferece a segurança necessária. Assim, ao adquirir qualquer móvel infantil, os pais devem levar em consideração não a beleza e os acessórios, mas sim avaliar sua qualidade e se certificarem que seja seguro.

Para quem ainda não se convenceu:

Compre um protetor lateral de berços que evite que a criança passe pernas e braços pela grade, mas que permita que ela respire normalmente caso encoste o rosto nele. Como esse, encontrado no site da Amazon: BreathableBaby Breathable Mesh Crib Liner.

protetor de berço

Mas se depois de tudo, você ainda não se convenceu:

Um kit modelo padrão americano – mais fino e firme, o que diminui o risco de sufocamento – pode ser usado.

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Aqui você pode ler um relato de acidente com berço, envolvendo kits berço cheios de bichinhos e detalhes.

Você também pode ter mais informações importantes aqui.

 

Mantenha a casa segura para o bebê

A casa normalmente é um perigo para um bebê. Especialmente quando ele começa a engatinhar ou ensaiar os primeiros passinhos. Por isso é importante ter atenção a alguns pontos especiais:

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Tomadas elétricas – substitua todas para os novos modelos, à prova de crianças.

Pisos – sempre verifique se não há objetos soltos e pequenos no chão que possam ser engolidos por eles.

Fios elétricos – procure esconder sempre. Quando não houver jeito, prenda com prendedores específicos para isso ou com cola quente para que não fiquem soltos e fáceis para o bebê colocar na boca. Objetos como secadores de cabelo precisam estar desligados da tomada quando não estiverem em uso.

Escadas – importante ter portões de segurança para evitar que o bebê tenha acesso a elas.

Plantas – retire-as do chão. Muitas podem ser tóxicas e o bebê pode comer a terra do vaso.

Mobílias – não coloque perto de janelas para que o bebê não possa escalar. Estantes, sempre que possível, devem estar presas à parede. Você não acredita na habilidade e rapidez de um bebê!

Quarto do bebê

Nada de mobiles ou brinquedos suspensos que ele possa retirar.

Baús de brinquedos sem tampa para que não machuque os dedinhos.

Kit de berço – Essa é a que as mães menos gostam, especialmente aquelas que adooooram um enfeite lindo do quarto dos bebês. Cobertores pesados, enfeites de berço ou bichinhos de pelúcia: NÃO podem ficar no berço do bebê! O risco de asfixia é enorme! São lindos e extremamente perigosos! Pela segurança do seu bebê, não vale a pena arriscar, certo?

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Cozinha

Produtos de limpeza – mantenha em um armário alto. NUNCA  debaixo da banca da cozinha.  Caso não seja possível, use trancas à prova de crianças.

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Sempre que for cozinhar, cabos voltados para dentro evitando que a criança puxe as panelas.

Remédios – NUNCA ao alcance de crianças! As bolinhas são coloridas e extremamente chamativas.

Little girl playing a dangerous game with medical pills
Banheiro
Bebês podem se afogar em uma pequena quantidade de água. Não deixe a torneira aberta com o bebê sem supervisão.

Cuidado com o vaso. O bebê pode abrir e… o resultado geralmente é desastroso!

Ajuste a temperatura da água do banho para prevenir uma queimadura. O melhor é testar colocando o seu o cotovelo ou o pulso para sentir a temperatura.

Lembre-se: crianças precisam de espaço e supervisão. Mesmo que você tenha todos os itens de segurança, não está livre de acidentes. Espaços ao ar livre, poucos móveis em casa, brinquedos adequados a cada idade são importantes para que ela possa se desenvolver e brincar.

Crianças não possuem noção dos perigos e são muito curiosas, afinal, estão em um momento de explorar e descobrir a vida. E muitas não tem medo das ações mais perigosas. Por isso, esteja sempre ao lado dos pequenos. É como diz o ditado antigo: “um olho no peixe, outro no gato”!

Liberdade aliada ao amor e cuidados, ajudam a criar filhos saudáveis e felizes.

Conheça nosso curso “Casa segura para bebês” que pode ser ministrado para grupos de gestantes ou para babás.

Sling – o “paninho” mágico!

 

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Você sabia que o sling, apesar de estar altamente na moda, não é uma novidade fashion? Primeiramente, para quem não sabe o que é, explico. Uma faixa de tecido (com argolas ou não) que serve para carregar o bebê. Simples assim? Simples assim!

Sling para todas as tribos!

Ele vem dos períodos mais antigos, onde talvez sua missão estivesse ligada ao fato da mãe não poder e não ter onde deixar o bebê para realizar suas atividades do lar. Mas é possível que uma ação tenha levado à outra e se percebeu que os bebês slingados naquela época receberam uma dose extra de carinho, segurança e atenção. E essa constatação não é apenas fruto da cabeça de mães-canguru. Já foi comprovado por profissionais da área da saúde que relatam inúmeros efeitos benéficos do sling.

Esse é um exemplo clássico de como a necessidade da mãe, de cuidar do bebê e trabalhar ao mesmo tempo, criaram ferramentas importantes para os cuidados com os filhos. Hoje ele é moda e surge como alternativa entre os inúmeros acessórios possíveis para se carregar e passear com o bebê. Mas é importante reforçar que ele é uma alternativa que proporciona um contato e uma relação muito mais estreita e próxima com o bebê, já que a criança tem mesmo a sensação de uma vida uterina, ainda que fora do útero. Isso acontece porque os batimentos cardíacos, o cheiro, a respiração e calor da mãe, remetem o bebê à vida antes de nascer e essa sensação lhe traz segurança.

Slings engraçadinhos! =D

Se você ainda não se convenceu e quer saber mais sobre os inúmeros benefícios de se aderir ao sling, vamos a mais informação:

  • interação mamãe/bebê: é como se houvesse uma continuidade da vida intra-uterina;
  • protege do vento e do sol;
  • facilita a movimentação em locais com multidão e de difícil acesso;
  • privacidade na amamentação, já que o sling possui uma faixa extra;
  • o sling respeita tanto a coluna do bebê quanto de quem o carrega;
  • aumenta a auto-estima do bebê, pois oferece maior atenção e afeto;
  • desenvolvem melhor seu potencial cognitivo e motor;
  • o campo visual do bebê slingado é mais interessante daquele em que o bebê esta no carrinho;
  • bebês slingados são mais tranquilos, dormem melhor e choram menos (43% menos no total e 54% menos durante as horas do dia);
  • é pratico e gera praticidade, deixa as mãos da mãe livre;
  • pode ser usado do nascimento até 20 kg (dependendo do tipo de sling);
  • custa muito menos que um carrinho;
  • os bebês slingados tornam-se independente mais rapidamente;
  • aprendem mais! (por não serem super-estimulados, são mais calmos e alertas, observando e participando do mundo ao seu redor);
  • Sling no caso de prematuros: “o sling atua como incubadora natural para bebês prematuros, fornecendo a temperatura ideal através das trocas de calor com a mãe. Bebês slingados ganham peso e se desenvolvem mais rapidamente” Há registros que mostram que a ideia do “mãe canguru” desenvolveu-se primeiramente na Guatemala. Por falta de incubadoras para os bebes prematuros, começaram a deixar as crianças grudadinhas com suas mães, onde recebiam calor e mantinham o contato necessário para seu desenvolvimento.

Seja adepta do babywearing!

Há um caso curioso sobre a origem do sling como conhecemos hoje.

Dr. Rayner Garner um americano casado com a havaiana Sachi, criou o sling com argolas para carregar a sua filha Fonda em Kaneohe no Havaí em 1981. Inspirados pelo livro “The Continuum Concept” de Jean Liedloff, eles foram inspirados a carregar o seu bebê.

Ele conta que haviam comprado um carregador de frente para levar Fonda recém-nascida e não ficou satisfeito, pois a alça dos ombros era inadequada e sua esposa não conseguia amamentar sua filha. O tecido era sintético e desenvolveu uma erupção de calor. Frustrados com o carregador de frente, colocou a mão no armário e tirou um lenço de lã que havia comprado na Escócia, uniu os quatro cantos, formou um nó, passou sobre o seu ombro e colocou a sua filha dentro. Ela deu um suspiro suave e rapidamente se aninhou para dormir. Era perfeito!

O lenço atado estava bom para os primeiros dias, mas logo descobriram que era difícil de ajustar. Rayner era alto e Sachi baixa e eles tinham que desatar o nó cada vez que revezavam ou quando Sachi queria amamentar. Rayner tentava desenvolver um método para ajustar rapidamente o tecido sem comprometer a segurança. O método precisava ajustar e regular sem que o bebê escorregasse.

Ele comprou um pedaço de tecido de algodão, esticou no chão e passou três dias dobrando e desdobrando como se fosse um avião de papel. Por último ele costurou duas argolas de cortina de um lado do tecido e passou o tecido da outra ponta através das argolas.

Não tinham a intenção de fazer negócios pela descoberta, porém com o passar do tempo, muitas pessoas aproximavam e queriam saber onde poderiam obter aquele maravilhoso e prático sling. Assim começou uma pequena indústria de sling artesanais para estas pessoas que encomendavam.

Rayner e sua família fizeram uma enorme contribuição para o “babywearing” moderno. Ele deu ao simples pano indígena um “design” moderno, fez uma ponte entre a antiga maneira de carregar bebês e a tecnológicos carregadores da sociedade moderna: carrinhos, mochilas estruturadas e bebê confortos. Ele criou um sling confortável e prático para os pais modernos.

Para finalizar, ensinamos como usar o sling!

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Fonte:
http://www.raynergarner.com/
http://www.intuit.org.uk/
Editado e traduzido por Best Sling, com adaptações.

Todas as imagens foram retiradas da internet. Caso alguma imagem seja de sua autoria e não possa ser publicada, por gentileza, entre em contato e solicite a exclusão.

Roupinha Cheirosa

Você sabe os cuidados que precisa ter com as roupas do bebê para evitar alergias?

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O Personal Mamãe Bebê te dá algumas dicas que vão ajudar bastante a ter roupinhas cheirosas, limpinhas e livres de alérgenos:

  • use sabão de coco de boa qualidade. Seja líquido ou em barra, e dispense tira-manchas e amaciantes;
  • enxágue as peças em água corrente e, se possível, seque ao sol;
  • pode usar a máquina de lavar desde que o tambor esteja bem limpo e as roupas dos adultos não sejam incluídas na mesma lavagem;
  • não precisa ferver as peças, mas é bom passá-las com ferro quente;
  • toalhas e lençóis do bebê exigem os mesmos cuidados e devem ser trocados duas vezes por semana.

 

Andador: o perigo em casa

Justiça do Rio Grande do Sul publica liminar proibindo a venda de Andadores em todo o Brasil.

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Departamento de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria

No dia 7 de abril de 2007, o Governo do Canadá proibiu a comercialização de andadores para bebês em todo o país, determinando a total proibição de sua venda, revenda, propaganda e importação. Considerou também ilegal vender andadores em vendas de garagem, mercados de pulgas e no comércio ambulante. Recomendou ainda às pessoas que destruíssem e descartassem todos os andadores.

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